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Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage - FUNALFA
INSTITUCIONAL

Histórico - Juiz de Fora


O pioneirismo industrial é uma marca de Juiz de Fora assim como uma forte presença na cena cultural mineira e brasileira. A partir do final do século XIX, a cidade ganha projeção como um centro de desenvolvimento econômico e como pólo artístico. Na passagem do século XX para o XXI, quando completou o sesquicentenário de emancipação política, em 2000, Juiz de Fora retoma sua vocação industrial e cultural, reafirmando o pioneirismo dos tempos da implantação da iluminação elétrica pública e da instalação da primeira usina hidrelétrica da América do Sul.
Prefeitura de Juiz de Fora - Funalfa - Histórico
As origens da cidade remontam à abertura do Caminho Novo, estrada criada para o transporte do ouro no século XVIII. A elevação, em 1850, de Santo Antônio do Paraibuna à categoria de Vila possibilitou a expansão econômica, fomentada pela agricultura cafeeira. Em 1856, Mariano Procópio Ferreira Lage deu início à construção da Estrada União e Indústria, a primeira via de transporte macadamizada do Brasil, com 144km de Petrópolis a Juiz de Fora. A estrada, inaugurada em 1861, contribuiu para acelerar o pioneirismo da cidade. Escritores, músicos e artistas como Murilo Mendes, Pedro Nava, Rubem Fonseca, Carlos Bracher, Arlindo Daibert, Rachel Jardim, João Carriço, Geraldo Pereira, Sinval Silva, Francisco Vale, Sueli Costa, Tavinho Moura e Ana Carolina, entre muitos outros, nasceram em Juiz de Fora, que sempre recebeu os que aqui resolveram viver. Assim, Juiz de Fora acolheu expoentes da artes nas mais variadas manifestações, como Affonso Romano de Sant´Anna, Ruy Mehreb, Dnar Rocha, Mary e Eliardo França, entre outros tantos.

O Museu Mariano Procópio, o Cine-Theatro Central e o Centro Cultural Bernardo Mascarenhas são espaços populares na consolidação do fazer artístico. A céu aberto, a cidade ganhou importância com o tombamento dos murais e painéis, como o Marco do Centenário de Juiz de Fora, projetado por Arthur Arcuri e trazendo o mosaico modernista e pioneiro em pastilha de vidro de Di Cavalcanti, e o painel As Quatro Estações, de Cândido Portinari. Também ao sediar festivais internacionais de música antiga e colonial brasileira e de corais, a cidade recebe músicos renomados, professores e estudantes de música de diversos países e ganha notoriedade internacional como referência da música de época.
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