SECRETARIA
DE SAÚDE
PROGRAMA DST/AIDS

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SECRETARIA DE SAÚDE

Programa DST/Aids

Programa em Juiz de Fora

A implantação oficial do Programa DST/AIDS ocorreu em 21/12/1995.

Inicialmente foi implantado o Centro de Orientação e Apoio Sorológico (COAS) sendo inaugurado em 1º de dezembro de 1995, Dia Mundial de Luta contra AIDS. Em 28/09/1996, foi inaugurado o Serviço de Assistência Especializada. - SAE, com a finalidade de prestar assistência as pessoas HIV positivas e seus familiares.

Em 2001, a Coordenação Nacional DST e Aids, propôs a mudança de nome dos 197 COAS existentes no Brasil para CENTRO DE TESTAGEM E ACONSELHAMENTO - CTA, considerado mais consonantes com as atividades desempenhadas.

O serviço tem como princípios organizacionais à acessibilidade; a gratuidade; agilidade; a resolutividade; confidencialidade e anonimato.

Atualmente o Programa DST/Aids realiza a sorologia anti-HIV e VDRL (sífilis) e hepatites virais , conforme o fluxograma recomendado pelo Ministério da Saúde, através do Laboratório Central do SUS/JF. Realiza também a contagem de CD4/CD8 e carga viral dos pacientes soropositivos (exames realizados no laboratório Macroregional DST/Aids do Programa, que é referência para Zona da Mata e Região).

Há ainda os diversos sistemas de informação do Programa, relativos à situação de Aids em nossa cidade, possibilitando um estudo epidemiológico quantitativo e qualitativo, bem como planejamento das ações a serem desenvolvidas, e também a disponibilização dos dados da AIDS para a imprensa, meios acadêmicos e científicos. Hoje, com o apoio do serviço de assessoria de imprensa da Prefeitura de Juiz de Fora, os técnicos do Programa Municipal investiram na elaboração do site no da Prefeitura - Seção de informação em Saúde, a fim de possibilitar o acompanhamento das ações e serviços dispensados a todos os interessados em FICAR SABENDO e assim estender as possíveis parcerias com o PROGRAMA MUNICIPAL DST e Aids de Juiz de Fora.

Com o SUS, a proposta é transformamos o direito à saúde de forma integral (do atendimento mais elementar ao mais complexo) em um direito a cidadania.
A questão da garantia do financiamento é primordial e um dos dilemas do SUS. Na área da saúde as necessidades são crescentes e os recursos muitas vezes, não conseguem acompanhar a demanda. Há constante incorporação de tecnologias, novos tratamentos, o que encarece o serviço. No caso do Sistema
Único de Saúde, por se tratar de uma proposta de atendimento universal e integral, as despesas são ainda mais altas. Daí a importância de se criar metas para utilizar melhor o recurso já disponível, priorizando as áreas de maior impacto para a população.

Ddiretrizes e metas:
• Desde oferta de testagem anti-HIV para 100% de gestantes assistidas no SUS.

• Acompanhamento de gestantes soropositivas e crianças expostas ao risco.

• Disponibilização de testagem - anti-HIV e sorologia anti-VDRL para sífilis na população geral e conforme indicação à sorologia de hepatites virais em demanda espontânea assistidos pelo Centro de Testagem e Aconselhamento e o laboratório de detecção sorológica do SUS.

• Ações de Parceria com Empresas e Escolas em Educação Afetiva Sexual

• Promoção de ações frente a atores que trabalham populações de grau de risco acrescido: Profissionais do sexo, população confinada, usuários de droga.

• Incentivo a imunização contra hepatite B em nossa população como estratégia de Prevenção à doença sexualmente transmissível.

• Apoio a pessoas Vivendo com HIV/Aids através da Assistência Especializada- dispensada pela equipe técnica do SAE.

• Monitoramento do estado Imunológico das pessoas vivendo com HIV através do suporte laboratorial de exames: CD4, CD3, CD8 e carga viral.

• Monitoramento da situação dos infectados através de um sistema de informação SICTA/MS.• Organização de um processo de trabalho do Programa Municipal DST e Aids com uma coordenação do Programa e uma Assistência Executiva do Programa vinculados ao gestor do SUS em Juiz de Fora.

O programa busca seguir a uma "Receita Nacional", serviços que representam os anseios da população e a própria população enfrentando juntos os desafios do SUS e suas nuances para promover uma assistência INTEGRALIZANDO. E conta para isso com fortes aliados, pois realiza todas suas atividades tendo como co-parceiros representantes diretos da população que vive e convive com a pessoa soropositiva para HIV: As ONG ou OSC- Associação da Sociedade Civil Organizada.

O Programa Municipal DST e Aids agradece e se fortalece nas pessoas as quais assiste. E através deste site possibilita a todos interessados em acompanhar as ações e serviços deste programa e seus parceiros.

Patrícia Moura da Silva Guercio
Especialista em Epidemiologia em Serviços de Saúde
Sistema de Informação do PMDST E Aids de Juiz de Fora.
atualizado em 28/04/2009.

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Epidemiologista PMDST e AIDS de Juiz de Fora
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