Agentes comunitários de saúde recebem informações sobre vetores de doenças tropicais
A Secretaria de Saúde, Saneamento e Desenvolvimento Ambiental (SSSDA) da Prefeitura de Juiz de Fora, por intermédio do Departamento de Vigilância Epidemiológica (DVE), está oferecendo curso sobre “Noções básicas relativas a doenças infecciosas” aos agentes comunitários de saúde e aos de endemias, que atendem toda a população do município.
Por ocasião das palestras, que tiveram início a partir do dia 17 e terão continuidade até 25 de novembro, os agentes recebem informações importantes sobre os vetores que transmitem doenças infecciosas, com ênfase para o aedes aegyti, agente transmissor da dengue, uma das maiores preocupações em saúde pública atualmente em Juiz de Fora, além de malária, febre maculosa e os vetores da esquistossomose, como, por exemplo, o caramujo e os flebotomíneos, responsáveis pela leishmaniose, doenças tipicamente tropicais.
Diferenças ambientais, ciclo de vida dos vetores e preferências para postura dos ovos são alguns dos temas a serem apresentados pelo monitor Roberto Domingos, responsável pelo Laboratório do Setor de Zoonoses da SSSDA, juntamente com a estagiária Daniela Melo, estudante de Biologia e lotada neste mesmo setor. As principais questões discutidas durante o curso dizem respeito às características das citadas doenças, formas de transmissão, vetores e tratamentos. Tudo de forma bem simples, para que os servidores possam também orientar todos os segmentos e estratos da população, independentemente de classe social, idade ou gênero.
De acordo com a chefe do Departamento de Vigilância Epidemiológica (DVE), Viviane Carneiro, a proposta principal da realização do curso é oferecer aos agentes que atuam diretamente com a população do município informações suficientes para orientar e esclarecer a todos os moradores beneficiados pelo atendimento destes funcionários.
Atualmente, as equipes são compostas por 90 servidores, dos quais 82 prestam serviços nas residências, sendo que cada agente comunitário ou de endemia consegue visitar uma média de 25 casas, todos os dias. Ou seja, mais de duas mil residências, diariamente.
* Outras informações por meio da assessoria de imprensa da SSSDA pelos telefones 3690-7389 ou 3690-7123.